A customs officer displays a counterfeit branded mobile phone at a rubbish dump site in Kunming, Yunnan province April 26, 2010. More than 13,000 confiscated counterfeit branded goods including mobile phones, bags and razors were destroyed during the campaign against piracy, local media reported. REUTERS/Stringer (CHINA - Tags: CRIME LAW BUSINESS) CHINA OUT. NO COMMERCIAL OR EDITORIAL SALES IN CHINA - RTXS625

Mundo produz 44,7 milhões de toneladas de lixo eletrônico, diz relatório

Um novo relatório sobre o lixo eletrônico descartado no mundo foi divulgado nesta quarta-feira (13) pela Universidade das Nações Unidas, parte da ONU, e a União Internacional de Telecomunicações. Foram 44,7 milhões de toneladas geradas em 2016 – um crescimento de 8% desde 2014.

Os equipamentos eletrônicos descartados – materiais com baterias, plugues, como televisões, paineis solares, celulares, computadores – pesam juntos cerca de nove grandes pirâmides Gizé ou, se preferir, 4,5 mil torres Eiffel. O lixo é suficiente para formar uma linha entre Nova York até Bangkok, ida e volta.

Até 2021, os especialistas preveem um aumento de 17% no descarte desses materiais, com 52,2 milhões de toneladas geradas. O “Global E-waste Monitor 2017″, relatório que divulga esses números, também diz que apenas apenas 20% dos resíduos eletrônicos de 2016 foram reciclados, mesmo que muitas vezes tenham metais recuperáveis e de alto valor, como ouro, prata, cobre, platina e paládio.

Cerca de 4% de todo esses materiais são conhecidos por serem jogados em aterros sanitários; 76% deles, ou 34,1 milhões de toneladas, provavelmente acabaram incinerados ou reciclados em operações informais, não necessariamente seguras, de acordo com o relatório.

Descarte por pessoa

O descarte per capita também apresenta uma tendência de crescimento.

Segundo o documento, a queda dos preços dos eletrônicos faz com que haja um consumo maior e, consequentemente, maior descarte dos dispositivos velhos.

Como resultado, o desperdício médio desses materiais por pessoa no mundo foi de 6,1 kg em 2016, um aumento de 5% em relação aos 5,8 kg de 2014.

Os países que mais geraram lixo eletrônico per capita foram a Austrália e a Nova Zelândia – cerca de 17 kg por habitantes. Taxa semelhante é vista em toda a Oceania.

A região da Europa, incluindo a Rússia, é a segunda maior geradora desses resíduos, com uma médica de 16,6 kg por pessoa. As Américas geram 11,6 kg per capita, enquanto a Ásia tem um descarte de 4,2 kg. Os países da África são os que menos produz lixo eletrônico por habitantes, com 1,9kg.

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