Ministério discute acordo de logística reversa

Segunda fase do acordo setorial voltado para embalagens em geral terá início neste semestre. Mais de 20 associações estão envolvidas.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) convidou associações para discutir a 2ª fase do Acordo Setorial de Logística Reversa de Embalagens em Geral, com previsão de início neste semestre. Com o acordo, firmado em novembro de 2015, fabricantes, importadores, comerciantes e distribuidores se comprometem a trabalhar de forma conjunta para garantir a destinação final ambientalmente adequada das embalagens que colocam no mercado.

A reunião, realizada nessa terça-feira (16/01), em Brasília, contou com a participação de representantes da Coalizão Embalagens, iniciativa com 22 entidades que reúnem centenas de empresas. A logística reversa é um instrumento de desenvolvimento econômico previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010).

O secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Jair Tannús Júnior, ressaltou que, neste momento, “é de extrema importância a oportunidade de refletir, discutir e aperfeiçoar alguns pontos para a segunda fase”. A primeira fase teve duração de 24 meses.

COOPERATIVAS

Sobre os resultados da primeira fase, os participantes destacaram o apoio às cooperativas de catadores, que estão aumentando a capacidade de triagem com melhorias nos equipamentos, na capacitação e na formalização de várias cooperativas.

Para a segunda fase, os participantes destacaram a necessidade de reforçar a comunicação com a sociedade e a articulação com os municípios. Um grupo será formado para estabelecer as estratégias de aproximação com os municípios.

A diretora de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos do Ministério, Zilda Veloso, citou a iniciativa do MMA de criação de um fórum para discussão da Política Nacional de Resíduos Sólidos com gestores estaduais, no qual um dos pontos seria o monitoramento e a fiscalização dos sistemas de logística reversa.

EMPRESAS

O representante da Associação de Logística Reversa de Embalagens (Aslore), Ailton Luiz Storolli, relatou que são identificadas melhorias na implementação da logística reversa a cada semestre. “Estamos padronizando as ações, e a procura pela associação só vem crescendo. As empresas não se abstêm de cumprir as tarefas”, disse. A Aslore é um braço da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) e reúne cerca de 60 empresas.

Além dos representantes da Coalização Embalagens, estavam presentes na reunião a diretora substituta de Qualidade Ambiental do MMA, Sabrina Andrade; o diretor de Recursos Hídricos, Sérgio Gonçalves; e as equipes técnicas do Ministério, além do secretário Jair Tannús e da diretora Zilda Veloso.

Flex do Brasil destina 100% dos resíduos gerados para reciclagem

A quantidade de resíduos gerados em uma linha de produção industrial se torna um grande problema ambiental se o descarte for feito de maneira incorreta. Na melhor das hipóteses, seguirá para um dos já abarrotados aterros sanitários do país. Na pior, para córregos ou terrenos baldios. A Flex do Brasil, fabricante de colchões de mola, que tem na sua Governança Corporativa o compromisso com a sustentabilidade e meio ambiente, cuida para que 100% de sua produção residual seja destinada para a reciclagem.

Um trabalho diário de separação, acondicionamento e transporte de espumas, tecidos, madeira, metais, plástico e papelão, resulta em cerca de 22 toneladas mensais desses materiais, que são transferidos para 20 empresas que os reaproveitam. “Existe o envolvimento de todos os funcionários da fábrica em separar os tipos de materiais e colocá-los em pontos estratégicos para que uma companhia terceirizada parceira os recolha e os leve a diversas empresas que reaproveitam tudo”, relata Wilson Fontanezi, diretor de Operações da Flex.

O diretor de Operações destaca ainda que esse processo implementado é completamente sustentável também do ponto de vista econômico, uma vez que a Flex é remunerada pela empresa parceira a partir do material recolhido. “A ideia sempre foi essa, o objetivo não é ter lucro com essa operação, mas o equilíbrio econômico torna-se importante para manter sua perenidade e o compromisso com a sustentabilidade”, afirmou.

A Flex do Brasil faz parte do Flex BeddingGroup, com sede na Espanha e que opera em países como Chile, Portugal, EUA, Reino Unido e Cuba. No Brasil é fabricante e detentora das marcas de colchões Simmons, Flex, Epeda e Aireloom, com produção anual de 150 mil unidades e cerca de 200 funcionários.

Sobre o Grupo Flex
A Flex do Brasil é uma empresa especializada na fabricação de colchões e comercializa as seguintes marcas: Simmons, Flex, Epeda e Aireloom. 100% dos seus colchões têm certificação do Inmetro, o que atesta a qualidade dos seus produtos, proporcionando aos consumidores mais saúde através de um sono reparador. Membro do Flex BeddingGroup, de origem espanhola, a Flex do Brasil iniciou suas atividades no país em 2000 e hoje possui fábrica em Limeira, interior do Estado de SP. O Flex BeddingGroup opera em sete países: EUA, Chile, Portugal, Espanha, Reino Unido. Brasil e Cuba, atendendo a grandes redes varejistas como Carrefour, Macy’s, Bloomingdales, El Corte Inglés, Harrods, entre outros, além de atender também as maiores redes de hotéis no Brasil e no mundo. O grupo tem mais de 100 anos de história, é líder de vendas na Espanha e está entre os 10 maiores do mundo na fabricação de colchões, camas articuladas, edredons, travesseiros, roupas de cama e mobiliários para dormitórios.

Projeto de Lei que cria a Política Nacional de Biocombustíveis agora vai para sanção presidencial. Incentivo contribui para a redução de emissões.

O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (12/12), o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 160/2017, que cria a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio). A iniciativa contribui para o cumprimento, pelo Brasil, do Acordo de Paris sobre mudança do clima. São biocombustíveis o etanol e o biodisel, por exemplo, produzidos a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A proposta, agora, segue para sanção presidencial.

O RenovaBio cria uma política de Estado para reconhecer o papel estratégico de todos os tipos de biocombustíveis na matriz de energia nacional, tanto para a segurança energética quanto para redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.

O PLC é de autoria do deputado Evandro Gussi (PV-SP), a partir de uma proposta elaborada pelo Ministério de Meio Ambiente, em parceria com o Ministério de Minas e Energia, o setor privado e a sociedade civil.

EFICIÊNCIA

Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), a produção total de etanol no Brasil em 2016 foi de 28 bilhões de litros e a de biodiesel, 3,8 bilhões. O Brasil é o segundo maior produtor mundial de biocombustíveis.

Entre os objetivos do RenovaBio, além do cumprimento das metas do Acordo de Paris, estão a eficiência energética e a redução nas emissões de gases, o aumento da produção e o uso de biocombustíveis, além competitividade dessas fontes no mercado nacional. O Brasil é o segundo maior produtor mundial de biocombustíveis.

O Projeto de Lei propõe a utilização de Crédito de Descarbonização de Biocombustíveis (CBIO), concedidos a produtoras de biocombustível de acordo com a proporção de energia limpa por elas produzida. Quanto maior essa proporção, mais créditos a empresa terá. Os créditos serão negociados na bolsa de valores e comprados por setores que precisem deles como contrapartida pela emissão de carbono de suas próprias produções.

Fundo divulga os 11 projetos selecionados por meio do edital que apoiará a segregação na fonte e a compostagem de resíduos em municípios.

O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) divulgou os projetos selecionados por meio de edital que apoiará a compostagem em municípios e consórcios intermunicipais que atuem na gestão de resíduos sólidos. Ao todo, 11 propostas foram selecionadas nos estados de Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande de Sul.

  • Prefeitura Municipal de Lages SC 1° titular
  • Prefeitura Municipal de Florianópolis SC 2° titular
  • Prefeitura Municipal de Santos SP 3° titular
  • Prefeitura Municipal Rancho Queimado SC 4° titular
  • Prefeitura Municipal de Maracaju MS 5° titular
  • Prefeitura Municipal de Sertãozinho SP 6° titular
  • Consórcio do Complexo Nascentes do Pantanal MT 7° titular
  • Prefeitura Municipal de Igarapé MG 8° titular
  • Prefeitura Municipal de Palotina PR 9° titular
  • Prefeitura Municipal de Herval RS 10° titular
  • Prefeitura Municipal de Tacuru MS 11° titular
  • Prefeitura Municipal de Marabá PA 1° Suplente
  • Prefeitura Municipal da Estância Turística de Joanópolis SP 2° Suplente
  • Prefeitura Municipal de Ituiutaba MG 3° Suplente
  • Prefeitura Municipal de Vespasiano MG 4° Suplente

Por meio de parceira com o Fundo Socioambiental da Caixa, o edital destinará um total de R$ 10 milhões para projetos no valor mínimo de R$ 500 mil e máximo de até R$ 1 milhão. O Fundo recebeu um total de 324 propostas vindas de todo o país. Após a análise de todas elas, os projetos foram selecionados com base nos critérios e requisitos estabelecidos no edital lançado em setembro.

Os projetos serão executados em dois anos e servirão como ações demonstrativas para que outras prefeituras e demais interessados possam conhecê-las. “Esses projetos representam iniciativas que poderão ser replicadas futuramente”, destacou Luiz Mochel, diretor do Departamento do Fundo Nacional do Meio Ambiente do MMA.

SOLUÇÕES

A compostagem é uma alternativa tecnológica de reciclagem de resíduos orgânicos. Com ela, é possível reduzir em até 50% a quantidade de resíduos que vão para os aterros sanitários. Para Mochel, projetos voltados para essa área são fundamentais para o desenvolvimento das cidades. “São formas de transformar o problema dos resíduos em soluções, de transformar o que sobra em um produto que pode ser usado de forma ambientalmente e socialmente correta”, avaliou o diretor.

Ainda pouco explorada no país, a compostagem é um processo relativamente simples e com vasta gama de aplicações. Desde a escala domiciliar até a escala industrial, são diversas as possibilidades de políticas públicas que promovam esta prática e reduzam a quantidade de resíduos orgânicos enviados para disposição final.

A segregação na fonte dos resíduos em três frações (orgânicos, recicláveis secos e rejeitos) tem se mostrado uma prática de gestão eficiente para garantir a produção de composto de boa qualidade, boa aceitação por agricultores e baixíssimo risco de contaminação. A associação da prática de compostagem com a promoção do uso do composto, em projetos de agricultura urbana e periurbana ou de apoio à agricultura familiar, também é exemplo de sucesso na garantia da continuidade desta prática, fechando o ciclo da gestão dos resíduos orgânicos.

Cinco gráficos que explicam como a poluição por plástico ameaça a vida na Terra

A vida marinha corre o risco de sofrer danos irreparáveis em decorrência de milhões de toneladas de resíduos de plástico que vão parar no mar todos os anos.

“É uma crise planetária. Estamos acabando com o ecossistema oceânico”, afirmou à BBC Lisa Svensson, diretora de oceanos do programa da ONU para o Meio Ambiente.

Diante do alerta, a BBC preparou cinco gráficos para explicar como o plástico se transformou em uma ameaça ao meio ambiente e mostrar a dimensão do estrago que ele pode causar ao ser descartado no oceano.

Por que o plástico é problemático?

O plástico da forma que conhecemos existe há cerca de 70 anos. E, desde então, o uso desse material tem transformado muitas áreas – da confecção de roupas à culinária, passando pela engenharia, design e até o comércio varejista.

Quanto plástico está espalhado pela Terra? (Foto: BBC)

Quanto plástico está espalhado pela Terra? (Foto: BBC)

Uma das grandes vantagens de muitos tipos de plástico é o fato de que são projetados para durar mais – por muitos e muitos anos.

Praticamente todo plástico já produzido continua existindo, mesmo que não esteja em seu formato original.

Em artigo publicado na revista acadêmica Science Advances, em julho, o pesquisador Roland Geyer, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, estima em 8,3 bilhões de toneladas a quantidade de plástico já produzida no mundo.

Desse total, cerca de 6,3 bilhões de toneladas são classificadas como resíduos – e 79% estariam em aterros ou na natureza. Ou seja, pouco material é reciclado ou reaproveitado.

A grande quantidade de resíduos de plástico é resultado do estilo de vida moderno, em que o plástico é usado como matéria-prima para diversos itens descartáveis ou “de uso único”, como garrafas de bebida, fraldas, cotonetes e talheres.

Oceanos de plástico (Foto: BBC)

Oceanos de plástico (Foto: BBC)

4 bilhões de garrafas de plástico

Garrafas de bebida são um dos tipos mais comuns de resíduos de plástico.

Estima-se que 480 bilhões de garrafas tenham sido vendidas em todo o mundo até 2016 – o que representa 1 milhão de garrafas por minuto.

Somente a Coca-Cola foi responsável por produzir 110 bilhões de garrafas de plástico.

Um milhão de garrafas são compradas por minuto (Foto: BBC)

Um milhão de garrafas são compradas por minuto (Foto: BBC)

Alguns países têm discutido maneiras de diminuir o consumo do material. O Reino Unido, por exemplo, debate oferecer água potável de graça nas grandes cidades e criar unidades para devolução de plástico.

Que quantidade de plástico vai para o mar?

Calcula-se que 10 milhões de toneladas de plástico vão parar no mar todos os anos.

Em 2010, pesquisadores do Centro de Análises Ecológicas da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos, contabilizaram 8 milhões de toneladas – e estimaram 9,1 milhões de toneladas para 2015.

O mesmo estudo, publicado na revista acadêmica Science em 2015, analisou 192 países com território à beira-mar que estão contribuindo para o lançamento de resíduos de plástico nos oceanos. E descobriu que 13 dos 20 principais responsáveis pela poluição marinha são nações asiáticas.

Enquanto a China está no topo da lista, os Estados Unidos aparecem na 20ª posição.

O Brasil ocupa, por sua vez, o 16º lugar do ranking, que leva em conta o tamanho da população vivendo em áreas costeiras, o total de resíduos gerados e o total de plástico jogado fora.

O lixo plástico costuma acumular em áreas do oceano onde os ventos provocam correntes circulares giratórias, capazes de sugar qualquer detrito flutuante. Há cinco correntes desse tipo no mundo, mas uma das mais famosas é a do Pacífico Norte.

O que pode acontecer com cotonetes (Foto: BBC)

O que pode acontecer com cotonetes (Foto: BBC)

Os detritos da costa dos Estados Unidos levam, em média, seis anos para atingir o centro dessa corrente. Já os do Japão podem demorar até um ano.

As cinco correntes apresentam normalmente uma concentração maior de resíduos de plástico do que outras partes do oceano. Elas promovem ainda um fenômeno conhecido como “sopa de plástico”, que faz com que pequenos fragmentos do material fiquem suspensos abaixo da superfície da água.

Além disso, a decomposição da maioria dos resíduos de plástico pode levar centenas de anos.

Existem, no entanto, iniciativas para limpar a corrente do Pacífico Norte. Uma operação liderada pela organização não-governamental Ocean Cleanup está prevista para começar em 2018.

Por que é prejudicial à vida marinha?

Para aves marinhas e animais de maior porte – como tartarugas, golfinhos e focas -, o perigo pode estar nas sacolas de plástico, nas quais acabam ficando presos. Esses animais também costumam confundir o plástico com comida.

Tartarugas não conseguem diferenciar, por exemplo, uma sacola de uma água-viva. Uma vez ingeridas, as sacolas de plástico podem causar obstrução interna e levar o animal à morte.

Pedaços maiores de plástico também causam danos ao sistema digestivo de aves e baleias – e são potencialmente fatais.

Com o tempo, os resíduos de plástico são degradados, dividindo-se em pequenos fragmentos. O processo, que é lento, também preocupa os cientistas.

Uma pesquisa da Universidade de Plymouth, na Inglaterra, mostrou que resíduos de plástico foram encontrados em um terço dos peixes capturados no Reino Unido, entre eles o bacalhau.

Além de resultar em desnutrição e fome para os peixes, os pesquisadores dizem que, ao consumir frutos do mar, os seres humanos podem estar se alimentando, por tabela, de fragmentos de plástico. E os efeitos disso ainda são desconhecidos.

Em 2016, a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar alertou para o crescente risco à saúde humana, dada a possibilidade de micropartículas de plástico estarem presentes nos tecidos dos peixes comercializados.

Fonte: BBC

Mundo produz 44,7 milhões de toneladas de lixo eletrônico, diz relatório

Um novo relatório sobre o lixo eletrônico descartado no mundo foi divulgado nesta quarta-feira (13) pela Universidade das Nações Unidas, parte da ONU, e a União Internacional de Telecomunicações. Foram 44,7 milhões de toneladas geradas em 2016 – um crescimento de 8% desde 2014.

Os equipamentos eletrônicos descartados – materiais com baterias, plugues, como televisões, paineis solares, celulares, computadores – pesam juntos cerca de nove grandes pirâmides Gizé ou, se preferir, 4,5 mil torres Eiffel. O lixo é suficiente para formar uma linha entre Nova York até Bangkok, ida e volta.

Até 2021, os especialistas preveem um aumento de 17% no descarte desses materiais, com 52,2 milhões de toneladas geradas. O “Global E-waste Monitor 2017″, relatório que divulga esses números, também diz que apenas apenas 20% dos resíduos eletrônicos de 2016 foram reciclados, mesmo que muitas vezes tenham metais recuperáveis e de alto valor, como ouro, prata, cobre, platina e paládio.

Cerca de 4% de todo esses materiais são conhecidos por serem jogados em aterros sanitários; 76% deles, ou 34,1 milhões de toneladas, provavelmente acabaram incinerados ou reciclados em operações informais, não necessariamente seguras, de acordo com o relatório.

Descarte por pessoa

O descarte per capita também apresenta uma tendência de crescimento.

Segundo o documento, a queda dos preços dos eletrônicos faz com que haja um consumo maior e, consequentemente, maior descarte dos dispositivos velhos.

Como resultado, o desperdício médio desses materiais por pessoa no mundo foi de 6,1 kg em 2016, um aumento de 5% em relação aos 5,8 kg de 2014.

Os países que mais geraram lixo eletrônico per capita foram a Austrália e a Nova Zelândia – cerca de 17 kg por habitantes. Taxa semelhante é vista em toda a Oceania.

A região da Europa, incluindo a Rússia, é a segunda maior geradora desses resíduos, com uma médica de 16,6 kg por pessoa. As Américas geram 11,6 kg per capita, enquanto a Ásia tem um descarte de 4,2 kg. Os países da África são os que menos produz lixo eletrônico por habitantes, com 1,9kg.